Maranhão na tela

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Sexta Regueira


































World Reggae e Roots Maranhense na discotecagem!
ao vivo: Bandas convidadas
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Até 22:00 horas: mulheres liberadas e homens meia-entrada.
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INGRESSO: R$10,00

Cerveja: R$3,99
Ice: R$2,00

CARTÕES ACEITOS: VISA E MASTERCARD

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Nonato Buzar - Sinfonia dos Índios, primeiro movimento.


Somente para instigação. Voltaremos em breve...
Abraços!

Boas novas.

Faltam apenas alguns ajustes aqui, outros ali e um tanto de labuta matinal pra deixar o blog no grau. Em breve tem mais Maranhão para os maranhenses. Guenta aí!


terça-feira, 17 de maio de 2011

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Djalma Lúcio - Conforme prometi no Réveillon (EP)


#Djalma Lúcio - Conforme prometi no Réveillon (EP)#

Bar Central
Infiel 
Conforme prometi no Réveillon
Não quero dançar

Download:

Na ativa!

Lista de links ativos:
A passos lentos estou tentando refazer toda a discografia contida no blog. Em breve algumas novidades, outras raridades e boas velharias por aqui.
Abraços a todos!

    Chico Maranhão - Fonte Nova (1980)


    #Chico Maranhão - Fonte Nova (1980)#

    Lado A:
    1 – Fonte nova (Chico Maranhão)
    2 – Os fiéis de São José (Chico Maranhão)
    3 – Veludo (Chico Maranhão – Claudio Popó)
    4 – Que passo tu andas? (Chico Maranhão)

    Lado B:
    1 – Festa no céu (Chico Maranhão)
    2 – A vida do “seu” Raimundo (Chico Maranhão)
    3 – Viver (Chico Maranhão)
    4 – Verdureiro (Chico Maranhão) 

    Download:

    sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

    Movimento da Mobilização Social e Cultural Baluarte, 25 de Fevereiro - O Canto da Ema




    Movimento Social e Cultural fundado em São Luís do Maranhão pelo cantor, compositor, músico, poeta e jornalista Fernando Atallaia em 20 de abril de 2010.Voltado para o debate e discussão dos mais diversos aspectos da cultura brasileira no Maranhão, o movimento congrega artistas e intelectuais das artes e ciências humanas.

    Manifesto



    1. Contra a invasão cultural depredatória, violenta e sorrateira existente na geografia do estado e pela valorização do artista nacional (estadual) enquanto produtor em seu município de origem.



    2. Pela formação de uma plateia voltada para o trabalho artístico autoral e pelo fortalecimento de um público consciente e partícipe do debate nas esferas da estética e dos desdobramentos culturais.



    3. Contra a imposição midiática de uma cultura sobre a outra e supervalorização dos meios de comunicação em detrimento da produção artística.



    4. Pelo fortalecimento e viabilidade da livre criação de caráter original, assim como a propagação, difusão e divulgação em níveis de igualdade com outros estados brasileiros.



    5. Contra o favorecimento abusivo, politiqueiro e tendencioso de artistas em detrimento de outrem.



    6. Contra o bairrismo, folclorismo e ludismo exacerbados existentes no estado, elementos nocivos à universalidade da criação e expansão artística.



    7. A favor de todas as formas de expressão do pensamento, embasadas nas aspirações humanas mais profundas, peculiares, inatas e idiossincráticas.



    8. Contra a desigualdade cultural perceptível e patrocinada pelos meios de comunicação, onde imperam programações lineares, homogêneas e repetitivas, orquestradas propositadamente pela indústria fonográfica no Estado. Contra o jabá e os aliciamentos escusos mantidos pela indústria cultural de exploração nessa área.



    9. Contra as formas de entretenimento barato, propulsoras da alienação, do embrutecimento e da violência.



    10. Por uma grade de programação livre e plural, que contemple as abordagens musicais concebidas a partir da diversidade sonora deflagrada em todo território estadual.



    11. Pela inclusão do artista estadual (de todas as gerações) nas grades de programação dos eventos promovidos pelas secretarias de cultura estadual e municipal.



    12. A favor de um intercâmbio cultural aberto e dimensionado na excelência das vertentes, tendências e expressões artísticas múltiplas (intercâmbio literário, teatral, coreográfico, histórico, musical) existentes no Estado.



    13. Contra a Cultura como área de atuação governamental secundária e complementar, voltada para o entretenimento datado, como festas e comemorações.



    14. A favor da Cultura como área de atuação essencial, com determinações sistemáticas dentro de um programa que contemple todas as formas de expressão artísticas em projetos culturais semanais, direcionados aos mais diversos públicos.



    15. A favor da Cultura como estrutura governamental imprescindível e de alta e flagrante importância, assim como são as áreas da Saúde, Educação e Segurança Pública.



    16. Pela democratização da cultura e da arte como forma de construção da cidadania e consolidação de políticas de educação cultural pragmáticas e atuantes.



    17. Pelo casamento das pastas de Educação e Cultura nas esferas dos governos municipal e estadual, ou seja, dar vazão, flexibilidade e praticidade às ações de ambas.



    18. Pela profissionalização do artista maranhense e valorização de seu trabalho artístico, enquanto multiplicador, agente e produtor cultural, com cachês e pagamentos dignos, definidos em nível nacional, em suas respectivas áreas de atuação.



    19. Pelo debate e discussão em torno do fazer cultural em todas as áreas artísticas e promoção de eventos culturais (palestras, mini-cursos, workshops, debates, seminários, conferências, encontros) nas redes estadual e municipal do ensino público.



    20. Pelo mapeamento, pesquisa e levantamento de dados de autores e obras culturais que estão à margem do processo de visibilidade, sofrendo arestas em suas produções e confinados ao ostracismo, no tocante ao reconhecimento do público e das novas gerações.



    21. Pelo fortalecimento da memória histórica, cultural e artística e sua consolidação nas esferas do Patrimônio Material e Imaterial, Antropologia Aplicada, Museologia, Historiografia e Educação.



    22. Pelo mapeamento e acessibilidade das linguagens artísticas concebidas nos municípios maranhenses e nas comunidades a eles pertencentes.



    23. Pelo fortalecimento da identidade cultural nos municípios, a partir de medidas práticas (produção de espetáculos, antologias, livros, coletâneas, debates, encontros, reuniões, álbuns, discos, programas culturais consistentes e contínuos) de valorização do artista e produtor estadual residente nos mesmos.



    24. Pela construção e elaboração de um Plano Anual de Cultura que contemple todas as áreas e segmentos artísticos dentro da indústria cultural (editorial, fonográfico, curadoria, espetáculos, pesquisa, gestão).



    25. Pelo diálogo e livre interação entre a Cultura e demais áreas sociais (Turismo, Hotelaria, Educação, Políticas e Segurança Públicas, Saúde), no intuito de estabelecer e gerir programas e projetos culturais voltados para as necessidades e lacunas das áreas em questão.



    26. Pela fomentação, produção e registro de shows e espetáculos que dêem visibilidade às nuances criativas dos artistas do Estado, sem pré-conceitos, separatismos, acepções e distinção.



    27. Pelo Rock; Baião; Jazz e Tambor de Crioula; pelas Artes Plásticas e pelo Hip-Hop; por Miles Davis; João Mohana e o Samba-Blues; por Beethoven e Patativa; por Nauro Machado e Baudelaire; pela Praia Grande e pelos Ares Sul-Americanos, Africanos e Europeus; por Lucy Teixeira e Silvia Plath; por Uimar Cavalcante e Al Jarrour; pelo Portinho e pelo Museu do Louvre; por Andy Warhol e Ciro Falcão; por James Brown e César Teixeira; por Frank Sinatra e João do Vale; por Mestre Antonio Vieira e pela Motown; por Leonardo da Vinci e Antonio Almeida; pelo Butoh e por Olinda Saul; por Harold Bloom e Franklin de Oliveira; pelo Bebop e pela Soul Soul; por Charles Aznavour e Raimundo Soldado; por Billie Holiday e Célia Maria; por Chet Baker e Nonato e Seu Conjunto; pela poesia das pessoas; do Pessoa; do chão e das alturas; pelos regimentos existenciais de Deo Silva e José Régio; pela ilha que se esvai e pelo parto diário de Nascimento Morais Filho; pela fome e pelo pão nosso e vosso de cada dia; pelos proventos mensais do artista que precisa beber; comer e vestir; pela conta de luz e água do cantor; pelo feijão e arroz do poeta; pela conta de telefone do escritor e pelo material escolar de seus filhos; pelo ardo e sofrível trabalho educacional; humanístico e pensamental do artista; e por todos aqui presentes; que assim o queiram. Eis aqui o nosso Movimento!

    quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

    Da ausência, links inoperantes e outras coisas mais...

    Pois bem, lá vou eu!
    Depois de alguns dias de viagem por aí, chego na minha ilha e abro minha caixa de e-mail: P-U-T-A Q-U-E P-A-R-I-U. Virei um pirata cibernético!
    Algum filho-da-puta (e não me desculpem os palavrões) resolveu denunciar minha conta do servidor onde estavam hospedados mais de 80% do material deste blog, o que explica os links expirados, inválidos e inexistentes. Fui banido!
    Reproduzo:
    * Olá
    Recebemos uma reclamação de que você está violando os Termos de Uso da 4shared. Foram detectados em sua conta arquivos explícitos ou ilícitos. Esses arquivos foram marcados como abusivos e movidos para a pasta 'Abuso' em sua conta, e o acesso a esses arquivos foi desativado.
    Ao utilizar o serviço 4shared, é proibido fazer o seguinte: 1. publicar, distribuir ou de qualquer outra forma disponibilizar ou transmitir, nenhum dado, mensagem, texo, arquivo, ou qualquer outro material que infrinja qualquer direito autoral de terceiros e/ou qualquer lei, norma ou regulamentação, nacional ou internacional, incluindo, mas não limitada à:
    a. direitos autorais, marca registrada, patentes, outros direitos de propriedade;
    b. direito a privacidade ou publicidade;
    c. todas as obrigações de confidencialidade.
    2. Publicar, distribuir ou disponibilizar de outra forma qualquer um software ou outros arquivos que contenham vírus ou outros componente danoso.
    3. Publicar, distribuir ou disponibilizar de outra forma qualquer material pornográfico ou ilegal.
    4. Publicar ou transmitir qualquer conteúdo ilegal, doloso, ameaçador, abusivo, de assédio, difamatório, ou ofensivo, difamatório, ou de conteúdo étnico derrogatório ou racial, ou qualquer conteúdo que expresse ódio contra qualquer pessoa ou grupos de pessoas devido à raça, credo, religião, cor, origem ou orientação sexual.
    Atenção!
    Este é o ultimo email de notificação relacionado à sua atividade ilícita no 4shared.com.
    Quaisquer outras atitudes de violação de sua parte determinarão o bloqueio definitivo de sua conta.
    Facilite a sua presença no 4shared e faça jus a ela – não viole os Termos de Uso do 4shared!
    /
    Saudações cordiais,
    Equipe de Suporte do 4shared

    Enfim, ando sem tempo e vontade pra resgatar tudo quanto foi perdido. Aparecerei por aqui em horas raras e tentarei renovar os links aos poucos, mas não garanto nada novo por um bom tempo.
    No mais, aproveitem os links que restam. Sinceramente não sei se esse blog ainda tem longa vida, nem curta.
    Abraços a todos!




    terça-feira, 4 de janeiro de 2011

    SOLIDARIEDADE SEMPRE - Domingo, 9 de Janeiro.




    Serviços odontológicos, Doação de roupas e Cestas básicas



    PRAÇA PRINCIPAL DO BAIRRO SANTA CRUZ (PONTO FINAL)

    Domingo, 09 janeiro · 09:00 - 12:00
     
    Quem quiser contribuir com alguma doação, favor entrar em contato com os números:
    8157 4851 ou 8825 0395 (Victor Hugo)
    Apareçam!

    segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

    Tambor-de-Crioula do Mestre Felipe (1996)


    #Tambor-de-Crioula do Mestre Felipe#

    01 Cheguei
    02 Pedreira
    03 Boi bom caminhador
    04 Tu já vai, Maria
    05 Maranhão sou eu
    06 Mangueira
    07 Parou pra quentar
    08 Na igreja
    09 Se tu vai, me leva
    10 Poeira - Adeus - Vou saindo
    11 Vila de São Vicente - Galo boiou


    Download:
    http://www.4shared.com/file/IFObPFMZ/-musicamaranhenseblogspotcom-T.html

    Status: Inativo

    domingo, 12 de dezembro de 2010

    Catulo da Paixão Cearense e Nhô Bento - 1989


    CATULO DA PAIXÃO CEARENSE recitava e cantava as suas composições gerais, acompanhando-se a si próprio, no violão, nos teatros, nos palácios de Ruy Barbosa, do Catete, do Rio Negro e da alta sociedade, mas não se esquecia nunca, dos botequins e das choupanas dos humildes.
    E à toda parte, na imortalidade dos seus versos acadêmicos, duma suavidade enternecedora, como esses tão queridos no Brasil e em Portugal, da sua divina canção "Luar do Sertão".
    Mas, na história literária do nosso tempo é principalmente como poeta sertanejo que ele avulta, porque ninguém como ele soube exprimir os sentimentos dos que amam e sofrem no inferno verde, nas terras ubérrimas, mas terríveis da Amazônia e do Ceará.
    De Catulo, escreveu o mais simples e mais lidos de todos os grandes intelectuais do Brasil, em todos os tempos, Humberto de Campos:
    "Catulo da Paixão Cearense tem sido acusado de exageros e falhas na sua poesia sertaneja. Os que le apontam defeitos, não conhecem, entretanto, o sertão: são críticos da cidade, que viajam no dorso dos livros, na garupa de terceiros, e aos quais não sabe, conseguintemente, o direito de objurgatória.
    Eu me preso de conhecer as sertanias do Norte, e admiro em Catulo, exatamente, a veracidade das paisagens, e a maestria com que ele surpreendeu os aspectos heróicos da psicologia do sertanejo."
    Catulo soube deixar na boca do seu povo uma linguagem altamente bela e imaginosa. O vocabulário que usou e o senso gramatical podem não agradar do ponto de vista dos que são ciosos da unidade do idioma, mas calham, admiravelmente, como feitos a propósito para decantar aqueles sentimentos, ora ingênuos, ora líricos, ora maliciosos, ora argutos dos sertanejos.
    Suas corruptelas lingüísticas possuem unidade, harmonia e articulações de um dialeto. Isso demonstra intuição profunda da índole da língua, de suas leis de abrandamento e plasticidade.
    Mas Catulo não é somente o cantor prodigioso dos sertões, embora as suas inspirações e produções desse gênero, de um conjunto de epopéia, não tenham sido excedidas em outros lugares da sua vasta e variada obra. E que se perceba que Catulo pôs aí todos os enternecimentos da sua alma, como em nenhuma outra parte.
    Catulo não é apenas o contemplático e paisagista, que se queda diante da serena e augusta beleza dos campos e da natureza, mas o intérprete ágil da sua profunda filosofia.
    Ele sabe fazer falar o mundo vegetativo e o morto dos troncos e velhos com tão própria e admirável sabedoria e sentimento. Em suas poesias, as mais diversas, em suas modinhas, as mais destinadas a seguir os gorgeios (sic) da música, há sempre o traço impressionante do belo que cala no espírito e no coração.
    Catulo é cearense pelo nome e pela ascendência paterna, maranhense pelo nascimento e pela ascendência materna, mas brasileiro pelo sentimento e de patriotismo e de brasilidade, e universal pelo conteúdo filosófico da sua obra.


    GUIMARÃES MARTINS (Reproduzido da contracapa do disco)


    
    #CATULO DA PAIXÃO CEARENSE E NHÔ BENTO#

    LADO A

    01 O violão - Abismo de rosas
    02 A dor e alegria - Cruz perigo / Só pelo amor vale a vida
    03 Alucinação - Romance de amor
    04 Saudade - Apollonia Pinto
    05 O portão - Prelúdio (Bachianinhas Nº 4)
    06 Chico beleza - Gaúcho
    07 O marrueiro - Prelúdio da menina só / Prelúdio Nº 20


    LADO B

    01 Santa Cruz - Gavota - Partita 3
    02 Ribeirãozinho - Chacona e Fuga partitas 2 e 1
    03 Doce de Cidra - Choro Nº 1
    04 Pra mim qualquer coisa dá - Prelúdio partita 3
    05 Coração de uma criança - Quem sabe?
    
     
    Download:

    quarta-feira, 24 de novembro de 2010

    Papete e Toquinho, Itália - 1982


    Convidado por Toquinho para uma turnê pela Itália, em 1982, Papete demonstra seu potencial como percussionista e encanta as platéias européias. No festival da Suíça, em Montreaux, no ano de 1982, é con siderado um dos maiores percussionistas do mundo. Fato que se repete também nos anos de 1984 e 1987. Especializado em ritmos de origem africana, indígena e outras misturas sonoras, Papete criou um estilo único ao tocar Berimbau, sendo até hoje referência no assunto. De uns tempos pra cá (e bota tempo nisso), tem se dedicado a pesquisa de ritmos predominantemente maranhenses.

    sábado, 20 de novembro de 2010

    Claudio Popó - Vendedor de vidas


    #Claudio Popó - Vendedor de vidas#

    01 30.08.51
    02 Epílogo
    03 Bagaço verde
    04 Te aguenta
    05 Frevo de aço
    06 A renda
    07 Vendedor de vida
    08 Alimentação das almas
    09 Boca do mundo
    10 Olho d'agua